sábado, 8 de maio de 2010

É aceitar que ninguém, é perfeito pra ninguém


Vamos imaginar por um minuto como esses meses seriam se eles não tivessem se conhecido. Ou melhor, vamos imaginar como seria sua vida sem aquele amor. Da onde ela tiraria toda aquela inspiração, aqueles suspiros? O que lhe proporcionaria toda aquela felicidade? Me diz, o que preencheria seu coração, lhe dando forças para não sentar e desabar de chorar? O que lhe aqueceria quando a fria solidão chegasse sem avisar? É preferível viver poucos meses de um amor com um final do que nunca sentir seu sabor, seu calor. Ela aprendeu, decidiu e aceitou isso. É, ela preferiu viver aqueles meses de ilusão, de sonhos, planos e promessas do que viver aqueles mesmos meses perdida entre umas doses, cigarros e paixões sem validade alguma. Ela aceitou o fato de que mudou por ele, nunca reclamou de deixar de lado seus amigos da noite (umas doses de vodka e uns cigarros), ela não se importou, era um sacrifício que nem deixou saudades. O bom é que esses amigos voltam, são os únicos que você pode esquecer durante um longe período de tempo, mas que estão lá quando você precisa deles.
Ela viveu o começo, meio e fim desse amor.
Viveu a esperança de tudo ficar bem.
Viveu a ilusão de um perdão.
Mas chegou a hora de voltar pra realidade e pros seus amigos da noite.

Nenhum comentário:

Postar um comentário