sábado, 27 de novembro de 2010

Um novo amanhã, talvez

Se eu pudesse pedir algo para a vida? Pediria paz. Sussego. Uma cama. Um edredon. Um filme. Um carinho. Cansei dessa vida de copos cheios, paixões plásticas e sexos vazios. Eu só quero alguém que me olhe nos olhos e diga: "Céus, como é possível uma coisinha tão pequena me fazer tão feliz?". É sério. Quero atenção. Quero carinho. Quero uma cama. Um filme. Um edredon. Uma pessoa. Só minha. Uma paixão nova, talvez. Daquelas que mudam o mundo. O meu mundo. Deus, quero paz.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Sexo, Cigarros e Caio Fernando Abreu.

Me dei conta de como é difícil ser original hoje em dia. E quando eu digo original, quero dizer você mesmo. É sério. Sinceridade é mais criticada que falsidade. Talvez porque nos acostumamos com falsidade. É normal. Corriqueiro. Rotina. Mas sinceridade. Não encontramos em qualquer esquina. É difícil de encontrar. Se você é sincera, você é estúpida ou falsa. Se você é falsa, você é simpática e boazinha. A sociedade praticamente nos incentiva a mentir. Somos estimulados todos os dias. Pressionados por esse capitalismo porco e decadente. Minta. Seja quem você não é. Seja quem querem que você seja. Venda sua essência. Seja conhecida. Tenha muitos amigos. Tenha todos a sua volta. Como um pequeno teatro de fantoches onde você os manipula. Você age e pensa que está por cima, quando na verdade, o manipulado é você. Você vendeu sua essência. E um dia, quando essa sociedade cair, apenas os puros de essência continuaram firmes. E suas cordas serão cortadas. E você cairá. E quer saber? Nenhum dos seus fantoches estará lá para lhe segurar

sábado, 20 de novembro de 2010

Sem inspirações, sem desejos.
Quero apenas deitar e que teus braços me embalem.
Mais uma vez.

sábado, 13 de novembro de 2010

Algo me diz que você poderia esperar uma carta vinda de qualquer pessoa, menos minha. Se servir de consolo, estas palavras são uma surpresa para mim também. Não tinha intenções de lhe perturbar novamente com minhas palavras e lamentações. Muito menos de falar de sentimentos. Eu sei que você não tem intenção alguma de me integrar novamente a sua vida. Mas eu não quero lhe falar de sentimentos. Quero lhe falar da chuva.
Estava deitada quando começou. Primeira fina, quase inaudível. Foi aumentando. Mais e mais pingos atingiam o chão. O barulho, conseqüentemente, foi aumentando junto. Tornou-se alto, tranqüilizador. Alguns minutos depois, essa chuva trouxe junto de seu barulho, seu cheiro. Cheiro de paz, cheiro de você. E me bateu saudades. Você não imagina com que intensidade. Foi então que me dei conta. É dia 13 de novembro. Faz nove meses desde aquele dia.
Lembro muito bem daquele dia. 13 de fevereiro. Lembro-me de uma mensagem onde você perguntava se quando me abraçasse, poderia demorar um pouquinho para me soltar e eu disse que você tinha todo o tempo do mundo. Lembro daquele abraço. Não foi o primeiro, mas contou como se fosse. Andamos, rimos. Lembro também do seu medo de pombos. Paramos naquela ponte. Conversamos e você me abraçou. E no silêncio você me beijou. E foi especial para mim. Acredito que para nós. Naquele momento, eu tinha tudo que eu precisava e eu simplesmente abri mão daquilo. Não me pergunte o porquê. Eu realmente não sei. Eu só sei que sou inconseqüente demais para ter os sentimentos de alguém como você.
Não me perdôo por ter lhe magoado. Nunca o farei. Então vim aqui, novamente com minhas desculpas. Não estou lhe pedindo que volte a minha vida, só estou lhe dizendo que sinto sua falta. Ver-te foi terrível. Não te ver, mas ver aquele olhar frio, de desprezo. Foi como uma lâmina rasgando minha carne. No exato local de uma antiga ferida mal cicatrizada. Uma ferida que arde loucamente nos dias de chuva. Aquele cheiro de chuva. Como se fosse uma espécie de gás lacrimejante. Sim, lágrimas.
Eu só queria mesmo lhe agradecer novamente. Por tudo. Por aquele abraço. Por aquele beijo. Por aquele sentimento. Você tem sua vida, você é feliz na sua vida e eu fico feliz que seja. Eu espero que seja, pois você é o tipo de pessoa que merece toda a felicidade que um ser humano possa conhecer.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Eu gostei de você, eu gosto de você. Você marcou minha vida e isso é um fato. Só qe eu sou inconsequente demais. Talvez outro dia, outra época. Se eu fosse um pouco mais madura e entendesse melhor de sentimentos. Poderia ter sido diferente. Mas uma coisa é certa, disso tudo, só me ficaram coisas boas. Você tocando “a day to remember” para mim na web é uma imagem que nunca vai sair da minha mente, as piadas, as mensagens, ate nossas brigas bobas qe terminavam com risos, tudo vai ficar comigo Foi tudo aprendizado, coisas da vida. A dor serve para nos ensinar a viver e aproveitar melhor as nossas oportunidades. Eu sei que fiz você sofrer e essa é uma cicatriz que vou levar sempre comigo. É uma coisa qe eu gostaria de concertar, mas não há meios. Você sabe o que quer, tem suas metas, seus planos e eu era (sou) inconsequente, solta, demais pra tudo isso. Foi coisa demais para mim. Como eu disse, talvez se eu fosse um pouco mais madura tudo tivesse dado certo. Enfim, eu só tenho a te agradecer por tudo, por me mostrar o valor que uma unica rosa pode ter para um principe.