domingo, 7 de fevereiro de 2010

Last chance for one last dance

De madrugada, fiquei sentada lá fora olhando o céu e sentindo uma leve brisa que cortava a noite. Foi um momento tão calmo, só faltou uma coisa para ser perfeito, mas com certeza foi memorável. Não era uma noite com muitas estrelas, mas aquelas poucas estavam particularmente bonitas. Ele me pediu para olhar para o céu, pois ele estaria olhando também. Sem dúvidas foi um momento nosso. Ainda não entendo como pude permitir que alguém tomasse conta assim de mim, dos meus sentimentos. Como pude permitir uma pessoa invadir meus pensamentos, meu coração. Eu lhe concedi tudo isso, eu me permiti uma felicidade tão pura, tão simples. Pode ser egoísmo, mas não vou abrir mão desse sentimento.

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