Eu quero desvendar-te. Descobrir o que se passa dentro de ti. Chegar ao fundo, a carne nua. Tão dentro que não conhecerei o caminho de volta para mim e terei de viver pra sempre dentro de ti. Eu sei que há um regra dizendo que pra sempre não existe. Mas sempre a excessão. E nós somos a excessão. Nós somos a abelha que mesmo contra toda e qualquer regra, voa. Então, se eu chegar fundo demais e esquecer como voltar, ficarei contigo para sempre.
Alguma objeção?
Imaginei que não.
Alguma objeção?
Imaginei que não.
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